terça-feira, 22 de novembro de 2011

Memorias de um Sargento de Milicias





Por ser originariamente um folhetim, publicado semanalmente, o enredo necessitava prender a atenção do leitor, com capítulos curtos e até certo ponto independentes, em geral contendo um episódio completo. A trama, por isso, é complexa, formada de histórias que se sucedem e nem sempre se relacionam por causa e efeito.


“Filho de uma pisadela e de um beliscão” (referência à maneira como seus pais flertaram, ao se conhecer no navio que os conduz de Portugal ao Brasil), o pequeno Leonardo é uma criança intratável, que parece prever as dificuldades que irá enfrentar. E não são poucas: abandonado pela mãe, que foge para Portugal com um capitão de navio, é igualmente abandonado pelo pai, mas encontra no padrinho seu protetor. Esse é dono de uma barbearia e tem guardada boa soma em dinheiro.


A origem pouco digna desse capital – o barbeiro desviou a herança que um capitão moribundo deixara à sobrinha – só será revelada posteriormente. A fórmula “arranjei-me” sintetiza, no romance, a explicação dada pelo barbeiro para a posse do dinheiro. O autor acaba por dizer que muitos “arranjei-me”, equivalentes ao atual “jeitinho brasileiro”, se explicam assim, e estende essa representação de sua história a toda a sociedade da época.


As aventuras e desventuras de Leonardo, que o autor faz desfilar diante dos leitores com dinamismo, conduzem o protagonista a apuros dos quais ele sempre se salva, graças a seus protetores. Leonardo é um personagem fixo no romance, suas características básicas não mudam.

A história se passa no começo do século XIX, ocasião em que a família real portuguesa se refugiou no Brasil. Por isso, o romance tem início com a expressão “Era no tempo do rei”, referindo-se ao rei português dom João VI. Essa fórmula também faz referência – e isso é mais relevante para entender a estrutura do romance – aos inícios dos contos de fada: “Era uma vez...”



 

Iracema

 
 
 
 
 
 
 
 
 
Título: lracema Ano: 1865
Autor: José de Alencar
Gênero Literário: Romance Movimento Literário: Romantismo
Em guarani, ira significa mel; tembe é a palavra para lábios. Chamada por seus irmãos de "virgem dos lábios de mel", Iracema era de urna beleza incomparável. A descrição da virgem de Alencar faz sonhar os homens e suspirar de inveja as mulheres. Os cabelos eram lisos, longos e negros. "Mais negros que as asas da graúna", pássaro preto bastante comum nas flo­restas e pastos brasileiros. "Mais longos que seu talhe de pal­meira", pois a selvagem era esguia e flexível corno a vegetação mais típica do litoral cearense onde morava. Além disso, seu sorriso era doce como um favo de mel, e seu hálito era perfumado corno a baunilha.
Com urna índia assim, não houve jeito: tão logo a viu correndo pelas matas, o guerreiro português Martim se apaixonou por ela perdidamente. Era a época da colonização, e os portugueses atravessavam os mares em caravelas para conquistar seu espaço na América. Ocorre, porém, que Iracema era uma índia especial em sua tribo. Em vez de se casar, corno as outras, ela havia sido escolhida por seus irmãos tabajaras corno guardiã do segredo da jurema e fabricava para o pajé a bebida de Tupã, distribuída entre os guerreiros nos rituais religiosos. Para manter-se pura, Iracema devia permanecer virgem.
Começa aí uma história de amor e de guerra, em que portugueses lutam contra indígenas, em que tribos inimigas se destroem. Qual será o resultado desse choque entre culturas e ideologias tão diferentes? Ainda hoje, na praia de Mucuripe, em Fortaleza, existe a estátua de Iracema. Terá ela existido'! Ou não? Entre nessa aventura e descubra os segredos da "virgem dos lábios de mel".

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

GRAVIDEZ PRECOCE99,4% das adolescentes conhecem a camisinha
As duas pesquisas realizadas no Caism (Centro de Atenção Integral à Mulher), da Unicamp, mostram que as adolescentes brasileiras têm informação sobre os riscos do sexo sem preservativo ou métodos de controle de gravidez, mas não utilizam essa informação.

Na primeira pesquisa, feita entre 1978 e 1979, 91% das adolescentes entrevistadas afirmaram que conheciam a pílula anticoncepcional e 12%, o preservativo. Hoje, de acordo com os dados da nova pesquisa, 98% das adolescentes sabem da existência da pílula e 99,4% já ouviram falar ou conhecem a camisinha.


Na pesquisa que está sendo feita pelo ginecologista e obstetra Márcio Belo, como tese de mestrado, orientada pelo diretor do Departamento de Tocoginecologia do Caism, João Luiz Pinto e Silva, que coordenou a primeira pesquisa na década de 80, foram entrevistadas entre outubro de 1999 a agosto de 2000, 156 adolescentes que procuraram atendimento no Ambulatório de Pré-Natal de Adolescentes da universidade.

Em 1978/79 foram entrevistadas 122 garotas com idade entre 10 e 19 anos. Nas duas pesquisas as entrevistadas são de classe média baixa, público alvo do centro de atendimento da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Ao mesmo tempo em que o conhecimento aumentou, o número de adolescentes que referiram-se à gravidez como indesejável caiu. Na primeira pesquisa, 52,5% declararam a gravidez indesejada. Hoje, 24,5% das adolescentes afirmam que não desejavam ter os filhos.

Esses números de gravidez indesejada serão objeto de estudo científico. "Ainda temos que analisar a condição atual da adolescente grávida. Temos que ter em mente que elas já estão grávidas, e que as respostas podem ser influenciadas por uma série de fatores", observa Silva.


A baixa escolaridade também é apontada nas pesquisas como incentivo à gravidez na adolescência. Dentre as entrevistadas da pesquisa atual, os pais de 5,1% são analfabetos e de 57% têm apenas o ensino fundamental. Entre as mães das adolescentes o analfabetismo chega a 10,3% contra 71,1% com ensino fundamental.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

SIMBOLISMO



SIMBOLISMO
No Brasil, inicia-se em 1893, com a publicação
de
Cruz e Sousa. O surgimento do Simbolismo não significa
o término do Realismo. Na verdade, pode-se
considerar mais uma estética paralela e concomitante
às outras existentes, já comentadas.
Reagindo ao positivismo e ao materialismo da
época, o Simbolismo busca redescobrir e valorizar o
mundo interior do homem. A atitude do poeta é agora
subjetiva, bastante semelhante à dos românticos; porém
os simbolistas vão mais profundamente, chegam
ao subconsciente e ao inconsciente e lá se deparam
com sensações além da explicação lógica. Neste caso,
o leitor de um texto simbolista deve-se deixar levar
pelas sugestões que o poema provoca em vez de
tentar entendê-lo.
Lançado na França de Baudelaire (1821 -
1867), Mallarmé (1842 - 1898) e Verlaine (1844 -
1896) por Jean Moréas (1856 - 1910), em 1866, o antiparnasianismo
é uma tentativa de volta à intimidade
da pessoa, à interiorização do indivíduo. Implanta-se
a supremacia da intuição, a busca do espiritual, do
místico, do subconsciente. Interessam mais os estados
da alma e os anseios de cada um.
Missal (prosa) e Broquéis (poesia), ambos de
A alma, o espírito, o infinito, o devaneio, as
nuvens, a loucura, o etéreo, o sonho, as visões das
regiões do além, a morte, a aflição, o abandono, a
penúria de viver, o amor irrealizável, o vício, a oposição
entre corpo e alma, com a libertação desta pela
morte
aprimora-se; há uma busca incansável da musicalidade
das palavras seguindo o tema de Verlaine “A música
acima de tudo”. Analisando os significados da
palavra
simbolistas. O símbolo:
 representa, substitui alguma coisa, geralmente
abstrata;
 evoca, ou seja, traz algo à lembrança; à imaginação;
 pode ter valor mágico ou místico;
são a temática do poema simbolista. A formasímbolo, podemos abstrair algumas características
 pode admitir mais de uma interpretação.
Desta feita, o texto simbolista apresenta ambigüidade
em que as palavras transcendem o significado;
apela para os sentidos e apresenta a sinestesia que
cria uma relação entre duas percepções pertencentes
a diferentes domínios de sentidos. A linguagem figurada
e a sonoridade expressam o conteúdo do subconsciente
e do inconsciente. São comuns em textos
simbolistas as referências a coisas misteriosas, vagas,
místicas para expressar o conteúdo nebuloso. A musicalidade,
quanto à forma, é reforçada por rimas internas,
ecos e aliterações. As sensações são
reforçadas por sinestesias.


AUTORES
 João da
um dos grandes escritores do Simbolismo
universal, juntamente com Mallarmé. Teve vida e obra
marcadas pelo preconceito racial, dificuldades
pessoais (sua esposa enlouqueceu e seus filhos morreram
prematuramente) e a tuberculose. Sua temática
evidencia a dor e o sofrimento do negro, mas evolui
para o ser humano em geral. A sublimação e a anulação
da matéria para a libertação da espiritualidade estão
presentes ao lado de elementos místicos, vagos,
sombrios e nebulosos da realidade; o poeta abandona
o plano material para vincular-se ao caráter metafísico
de sua poesia. A linguagem apresenta símbolos,
jogos de vogais, aliterações, reforçando a sonoridade
e sinestesias.
Em vida, o “Cisne Negro’ ou “Dante Negro”,
como era conhecido, publicou Broquéis, na poesia;
ainda são seus: Faróis, últimos sonetos. Na prosa, há:
Tropos e Fanfarras, Missal e Evocações.
da Costa Guimarães (1870 - 1921) ficou conhecido
como o “solitário de Mariana” (MG).
Misticismo, amor (por Constança, sua noiva morta)
formam o triângulo que caracteriza sua obra. A profunda
religiosidade e devoção pela Virgem Maria são
atestados em Setenário das obras de Nossa Senhora
em que há exagero inclusive na estrutura da obra,
pois são 49 sonetos divididos em 7 grupos de 7 sonetos
cada, sendo os grupos dedicados a cada uma das
7 dores de Nossa Senhora. A morte aparece como único
meio de atingir a sublimação e aproximar-se de
Constança e da Virgem; daí o amor aparecer sempre
espiritualizado.
Publicou também: Câmara ardente, Dona mística,
Kyriale; e, na prosa; Mendigos.
Cruz e Sousa (1861 - 1898) é consideradoAlphonsus de Guimaraens - Afonso Henriques
ESTUDO DIRIGIDO
1
Satânia
Olavo Bilac
Nua, de pé, solto o cabelo às costas,
Sorri. Na alcova perfumada e quente,
Pela janela, como um rio enorme
De áureas ondas tranqüilas e impalpáveis,
Profusamente a luz do meio-dia
Entra e se espalha palpitante e viva.
Entra, parte-se em feixes rutilantes,
Aviva as cores das tapeçarias,
Doura os espelhos e os cristais inflama.
Depois, tremendo, como a arfar, desliza
Pelo chão, desenrola-se, e, mais leve,

PARNASIANISMO

PARNASIANISMO
1.
INTRODUÇÃO
É a manifestação poética do Realismo, embora,
ideologicamente, não mantenha pontos de contato
com ele; mesmo assim, pode ser considerada poesia
anti-romântica. Começou a manifestar-se no final da
década de 1870, sob influência francesa. O termo -
Parnasianismo - relaciona-se ao “Parnassus”, um lugar
mitológico que seria a morada das musas e onde
os artistas buscariam inspiração, os franceses aproveitaram
o nome numa revista literária: Le Parnaisse
Contemporain (o Parnaso contemporâneo), em que
poetas empregariam uma nova maneira de fazer poesia.
É curioso notar que o Parnasianismo só conseguiu
êxito na França e no Brasil.
A “arte pela arte” é um dos princípios deste estilo,
ou seja, a concepção de que a arte deve estar
descompromissada da realidade, procurando atingir,
sobretudo, a perfeição formal. A objetividade temática
surge como negação do sentimentalismo romântico,
buscando atingir a impassibilidade e a
impessoalidade. O universalismo opõe-se ao subjetivismo
decadente, resultando numa poesia carregada
de descrições objetivas, impessoais.
Os parnasianos elegeram a Antigüidade clássica
(a cultura greco-romana) como ponto de referência
à almejada perfeição formal; retoma-se, portanto, o
racionalismo e as formas perfeitas. Surge a poesia de
meditação, filosófica, mas artificial, o gosto por fatos,
paisagens e objetos exóticos, com visão carnal do
amor.
O traço mais característico da poesia parnasiana
é o culto da forma: os sonetos (por apresentarem
forma fixa), versos alexandrinos perfeitos, rimas ricas,
raras, perfeitas, vocabulário incomum, predomínio
da ordem indireta.
No Brasil, considera-se como marco inicial do
Parnasianismo a publicação da obra Fanfarras, de
Teófilo Dias, em 1882. Este estilo prolongou-se até a
Semana de Arte Moderna, em 1922, em que foi combatido
ferozmente pelos modernistas por seu culto
excessivo à forma, quase sem conteúdo, e seu desvinculamento
da realidade.
2.
AUTORES
São os autores: Olavo Bilac, Alberto de Oliveira
e Raimundo Correia.
a)
Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac
(1865 - 1918) desde o princípio, buscou a perfeição
formal. É, portanto, o grande representante deste estilo.
Tinha a preocupação de escrever versos alexandrinos
e concluir com “chaves de ouro” seus poemas.
Quanto à temática, é um poeta voltado para a
Antigüidade Clássica, como em Panóplias, A sesta de
Nero, Lendo a Ilíada, entre outros. O lirismo também
se evidencia em Via Láctea, e em “Nel mezzo del
camin”, com seus pleonasmos e inversões. Em “Alma
inquieta e “Viagens”, o poeta cai em temas de
meditação, filosóficos. Há também poemas épicos em
Viagens. E Tarde mostra não só o poeta mais descritivo
e profundamente nacionalista como também
consciente do fim, da proximidade da morte.
Ideologicamente, não se pode atestar militância
política por suas prisões e o “exílio” em Minas
Gerais. Bilac não foge à regra, colocando-se à margem
de questões sócio-políticas; mostrou-se conservador
e nacionalista ao extremo em sua campanha a
favor do serviço militar obrigatório. Mérito há na
campanha pró-alfabetização e evidencia seu amor à
língua em seu poema Língua Portuguesa. É também
o autor da letra do Hino à Bandeira.
b) Antônio Marciano
Alberto de Oliveira
(1859 - 1937) sempre permaneceu à margem dos acontecimentos
históricos e fiel ao Parnasianismo,
sendo mesmo considerado mestre dessa estética. Sua
temática esteve presa aos rígidos preceitos parnasianos:
poesia descritiva da natureza e até objetos, exaltando-
lhes a forma. Destaca-se na perfeição formal,
métrica rígida e linguagem extremamente trabalhada,
até o rebuscamento. Escreveu: Canções românticas,
Meridionais, Sonetos e poemas, Versos e rimas. Poemas
como Vaso Grego, Vaso Chinês e A estátua acentuam
o descritivismo do Alberto de Oliveira.
c)
Raimundo da Mota Azevedo Correia
(1860 - 1911) estreou como romântico na obra Primeiros
sonhos em que revela influência das gerações
de poetas românticos. Com o livro Sinfonias, passa a
revelar-se parnasiano, formando a tríade ou trindade
parnasiana. Assume a temática da moda, cantando a
natureza, a perfeição formal dos objetos, a cultura
clássica. E em sua poesia filosófica, ocorre a meditação
marcada pela desilusão, o fim dos sonhos e um
forte pessimismo. Há um aspecto controvertido em
sua obra, quando foi acusado de plagiador; a despeito
dessa dúvida, não se pode negar a influência de autores
europeus em seu estilo. Escreveu ainda: Versos e
versões e Aleluias. O poema marcante de Raimundo
Correia foi As pombas, profundamente filosófico.
Além da tríade parnasiana, podemos ainda citar
os autores.
Vicente
conhecido como o poeta do mar, que seguiu a estética
parnasiana. Publicou: Ardentias, Relicário, Rosa, rosa
de amor, Poemas e canções.
Augusto de Carvalho (1866 - 1924),

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

fora da ordem

vapor barato,um mero serviçal do narcotrafico,foi incontrado na ruina de uma escola
em contrução aqui tudo parece que é ainda contrução e ja é ruina  tudo e minino e minina
no olho da rua o asfalto,a ponte,o viaduto ganindo pra lua nada continua e no cano da pistola
que as crianças mordem reflete todas as cores da paisagem da cidade que é muito mais bonita
e muito mais intensa  do que um cartão-postal alguma coisa esta fora da ordem fora da nova ordem mundial escuras coxas duras tuas duas de acrobata mulata,tua barata da perna moderna a trupe intrupida
em que flues te encontro em sampa de onde mal se ve quem sobe ou desce a rampa luz forte
demais parece por tudo a prova,parece logo, parece paz parece paz plitora dde alegri,um show de jorge
benjor dentro de nós e muito ,é grande,é mundial meu canto escanda-se como um bando de ianomamis
na floresta  na minha testa caem,vem colar-se plumas de um velho cocar estou de pé em cima da morte
ou imundo lixo baiano cuspo chicletes do odio  no esgoto exposto do leblon mas retribuo a piscadela
do garoto de frente do trignon   eu sei oque é bom eu não espero pelo dia em que todos oshomens
concordem apenas sei de diversasharmonias bonitas possiveis sem juizo final alguma  coisa está fora da ordem fora da nova ordem mundial.

mulheres do seculo 21

A mulher assumiu o poder em todos os ambitos de sua vida com o compromisso,a carga ea exigencia do que isso implica.Durante o seculo 20 a mulher emancipou-se,desde o inicio da historia os homens
dominaram a relação tendo em conta a sua força fisica.
O homem foi o provedor,o caçador aquele que fornecia o alimento a familia ou a comunidade,e
dava segurança ao seu clõ.A mulher, parte sda sua vida,mulher gravida ou amamentando,dedicando-se a criação.Em sequidamente a mulher,ao depender-de homem a ele.Foi subordinadae sob controle do machismo,permaneceu longamente aceitando a ideologia  ea cultura  patriarcal  chamado de machismo\em tempos modernos.Assim passou milenios até começar o periodo de libertação feminina,onde ela obtem suas maiores realizações durante o seculo passado.permanecem ainda objetos para se atingir e descriminações a serem desfeitas,como as diferenças salariais e outros 
que deverão ser resolvidos.No entanto,a mulher  pode estudar,votar,igualizar seus direitos,trabalhar,etc.
Tudo isso tornou a mulher mas feliz?eo homem?neste seculo não cabe mais o machismo e as 
atitudes,porem precisa vir de ambos o esforço para aqueles que querem funciona juntos.